sábado, 28 de outubro de 2017

Filme 167: Nicholas Ray - No Silêncio da Noite (1950)

Filme 167: Nicholas Ray - No Silêncio da Noite (1950). 1h30. Clássico do "fez ou não fez", "culpado ou inocente", "eu conheço essa pessoa ou não". E um pouco maior que isso. Ótima história.

Filme 166: Neill Blomkamp - Distrito 9 (2009)

Filme 166: Neill Blomkamp - Distrito 9 (2009). 1h40. Tem aquelas esculhambações e previsibilidades de quase todo filme de ação, mas na média é bom, ou seja, dá o que pensar.

Filme 165: Nagisa Oshima - O Império dos Sentidos (1976)

Filme 165: Nagisa Oshima - O Império dos Sentidos (1976). 1h40. Como diria Caetano, que coisa absurda! Quando soube que foi um caso real fiquei perprecto (como diria Gil Brother). Ah, o filme também é quase um pornô cult, misturado com terror e algumas coisas meio bizarras. Tudo real, dizem.

Filme 164: Monique Gardenberg - Ó Paí, Ó (2007)

Filme 164: Monique Gardenberg - Ó Paí, Ó (2007). 1h35. Melhor filme e melhor cidade, com toda a escrotidão dela (no mau sentido). Quis o destino que, na minha trajetória de baiano herege, só agora, dez anos depois, eu assistisse a esse filme. Saudade desgraçada.

Filme 163: Mikhail Kalatozov - Soy Cuba (1964)

Filme 163: Mikhail Kalatozov - Soy Cuba (1964). 2h15. Trata da época "Fulgencio". Tirando o romantismo (especialmente na terceira história), é um bom filme. Sobre desgraceira e revolução. Pra ajudar a entender algumas coisas.

Filme 162: Mike Cahill - A Outra Terra (2011)

Filme 162: Mike Cahill - A Outra Terra (2011). 1h30. O que tem de esquisito tem de bom. Flerta com o exagero, mas trata de algo que em maior ou menor medida todo mundo já fez. A pureza ou não de uma (boa?) intenção e etc. O que é sentimento real e o que não é e essa coisa de ficar "dobrando a aposta", adiando soluções. Foi o que eu achei. Ah, tem também um segundo planeta, igual a Terra, com humanos e etc, descoberto recentemente e visível, o que acaba influenciando toda a história, só que o filme é bom suficiente pra deixar isso em segundo plano. (Em tempo, antipatizei sem motivo com o protagonista lá, depois lembrei que ele era um dos "outros" em Lost, mais precisamente Ethan Row. Foi por isso. Em tempo II, que atriz bonita da porra)

Filme 161: Michelangelo Antonioni - Profissão Reporter (1975)

Filme 161: Michelangelo Antonioni - Profissão Reporter (1975). 2h. Filme inteligente, interessante, meio filosófico, tido como um dos maiores de todos os tempos, tudo isso é verdade. Porém, também é verdade que é chatinho.

Filme 160: Michael Mann - O Informante (1999)

Filme 160: Michael Mann - O Informante (1999). 2h35. Filmaço. Não só por "falar" de corporações, capitalismo e etc etc etc, mas por ser um grito contra as escolhas cômodas. Em maior ou menor grau, estas estão sempre presentes em nossas vidas em um, outro ou vários momentos, mas vale avaliar sempre o quanto e por quanto tempo. Nota 9,492.

Filme 159: Michel Gondry - Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças (2004)

Filme 159: Michel Gondry - Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças (2004). 1h45. Pra mim, um forte concorrente a melhor filme romântico que já vi (o famoso gênero que eu não gosto). Tentou discutir quase tudo sobre relacionamentos típicos e quase conseguiu. Sem falar que contam a história de um modo muito interessante. Só é triste pra caraio, mas faz parte. (PS.: o que pensar sobre aquela tecnologia lá? Capaz de existir algum dia)

Filme 158: Michael Haneke - A Fita Branca (2009)

Filme 158: Michael Haneke - A Fita Branca (2009). 2h15. Ou muito cult pra mim ou vi de má vontade, mas a verdade é que achei chatinho pra caramba. Tipo nota 6, sei lá.

domingo, 22 de outubro de 2017

Filme 157: Michael Cimino - O Franco Atirador (1978)

Filme 157: Michael Cimino - O Franco Atirador (1978). 3h. Mais um sobre a Guerra do Vietnã e seus horrores e destruições. É bom, só que achei longo-arrastado em várias partes.

Filme 156: Merian C. Cooper, Ernest B. Schoedsack - King-Kong (1933)

Filme 156: Merian C. Cooper, Ernest B. Schoedsack - King-Kong (1933). 1h40. Todos amam. Achei chato. Curioso, mas chato.

Filme 155: Masaki Kobayashi - Harakiri (1962)

Filme 155: Masaki Kobayashi - Harakiri (1962). 2h10. Nota 10. Trata magistralmente dos dois principais problemas do mundo, hipocrisia e idealismo, logo é o melhor filme de todos os tempos, mesmo não sendo. O defeito é que o ritmo é mais lento que aquelas lutas de Goku. Aqui é semi-spoiler: Neo tocando o terror também é meio irreal, mas dá pra passar. Enfim, filme com selo "muito bem bolado".

Filme 154: Mel Gibson - Coração Valente (1995)

Filme 154: Mel Gibson - Coração Valente (1995). 3h. Pensei que seria xarope, mas achei massa. Vários meandros/tretas. Da série "todo-mundo-já-conhecia".

Filme 153: Martin Ritt - Testa de Ferro Por Acaso (1976)

Filme 153: Martin Ritt - Testa de Ferro Por Acaso (1976). 1h35. Velho, que filme inoxidável! Talvez o mais despretensioso, entre os que já vi, sobre o macartismo nos EUA dos anos 50, entretanto é, possivelmente, o que eu mais gostei. Obs.: estrelando Woody Allen, que realmente sempre teve cara de vein.

sábado, 21 de outubro de 2017

Filme 152: Martin Brest - Perfume de Mulher (1992)

Filme 152: Martin Brest - Perfume de Mulher (1992). 2h35. Vi há quase vinte anos, no SBT, então repeti. Tirando o final, no qual o "idealismo-sessão-da-tarde" fica meio exacerbado, é um ótimo filme, mas a "culpa" de Al Pacino nisso deve ser muito grande. O tempo passa voando.

Filme 151: Mario Monicelli - O Incrível Exército de Brancaleone (1966)

Filme 151: Mario Monicelli - O Incrível Exército de Brancaleone (1966). 1h55. Clássico imortal do sem noçãozismo, tem uns momentos sensacionais.

Filme 150: Maria de Medeiros - Capitães de Abril (2000)

Filme 150: Maria de Medeiros - Capitães de Abril (2000). 2h. É só o início da conturbada Revolução dos Cravos em Portugal (1974), muito pelo ponto de vista dos capitães e tal. Os detalhes do golpe contra o Estado fascista de então. Filme muito interessante, ainda que não aborde o "melhor período" da coisa, o das ocupações e etc.

Filme 149: Marcos Jorge - Estômago (2007)

Filme 149: Marcos Jorge - Estômago (2007). 1h50. Como diria Silvio, filme muito bem bolado.

Filme 148: Marcelo Gomes - Cinema, Aspirinas e Urubus (2005)

Filme 148: Marcelo Gomes - Cinema, Aspirinas e Urubus (2005). 1h45. Podolski  (só que raiz). Nota 8,543

Filme 147: Marcel Carné - Boulevard do Crime (1945)

Filme 147: Marcel Carné - Boulevard do Crime (1945). 3h10. Começa um porre - se bem que a cena da mímica do furto é sensacional -, termina mito (ando com horror dessa palavra, mas vá lá...). Melhor dramédia romântica. Na verdade não, mas é defensável. Nota 8,777.

Filme 146: Malu Di Martino - Como Esquecer (2010)

Filme 146: Malu Di Martino - Como Esquecer (2010). 1h40. Filme sobre depressão, esquecer amor do passado, relação homoafetiva (ou até a outra mesmo). Pois bem, que autor contemporâneo melhor pode condensar esses assuntos? Um cinéfilo que eu vi (geralmente só leio críticas depois até de escrever) foi buscar a síntese nele, Karl Marx e sua famosa frase do 18 de Brumário. Pior que, com algum desconto, sempre tem a ver mesmo: "Os homens fazem a sua própria história, mas não a fazem como querem, não a fazem sob circunstâncias de sua escolha e sim sob aquelas com que se defrontam diretamente, legadas e transmitidas pelo passado"

Filme 145: Majid Majidi - A Cor do Paraíso (1999)

Filme 145: Majid Majidi - A Cor do Paraíso (1999). 1h25. ... Já esse, apesar de bonitinho, achei mais fraco, (mas eu tava com mais sono).

Filme 144: Majid Majidi - Filhos do Paraíso (1997)

Filme 144: Majid Majidi - Filhos do Paraíso (1997). 1h25. Filme extremamente bonitinho. E, no final (semi-spoiler-leve), o sentimento do brodinho lá é um bom reflexo da frase "cada cabeça é um mundo". (aqui fica mais spoiler ainda) Ele lá "porra de primeiro lugar" é sensacional.

Filme 143: Luís Sérgio Person - São Paulo, Sociedade Anonima (1965)

Filme 143: Luís Sérgio Person - São Paulo, Sociedade Anonima (1965). 1h45. Mais um melhor filme de todos os tempos da última semana. Primeiro que a música-tema, por algum motivo maluco, me lembrou Atom Heart Mother do Pink Floyd. Deve ser o coral tenso. Nisso já seria nota 10. Segundo porque deve ser uma das melhores personalizações do "foda-se" (e seu respectivo conflito interno semi-silencioso) que já teve no cinema. Terceiro: Carlos chato pra cacete, por vezes imbecil completo, e até no fim faz merda, mas você o entende e até sente alguma empatia. Negócio louco. Só podia ser em São Paulo mesmo.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Filme 142: Luis Puenzo - La Historia Oficial (1985)

Filme 142: Luis Puenzo - La Historia Oficial (1985). 1h50. Drama argentino com foco nos desaparecidos da ditadura. Bom filme. 7,529.

Filme 141: Luís Fernando Carvalho - Lavoura Arcaica (2001)

Filme 141: Luís Fernando Carvalho - Lavoura Arcaica (2001). 2h50. Não sei se o livro é bom, mas não gostei desse elogiadíssimo filme. Viajei mais de 50%.

domingo, 15 de outubro de 2017

Filme 140: Lewis Milestone - Sem Novidade no Front (1930)

Filme 140: Lewis Milestone - Sem Novidade no Front (1930). 2h10. Mais um filme de cenas sensacionais sobre guerra. Os soldados discutindo quem iniciou a I Guerra é a cena mais emblemática, se bem que o final talvez seja mais foda ainda.

Filme 139: Leon Hirszman - Eles Não Usam Black-Tie (1981)

Filme 139: Leon Hirszman - Eles Não Usam Black-Tie (1981). 2h. Nóis Não Usa Os Bleque Tais. Filme absurdo de bom. Só pela versão de Radamés Gnattali para a música de Adoniram já ganha 10. E pela forma emocionante e conflituosa com que trata os dois temas mais importantes da humanidade (trabalho e luta), ganha 10 ao quadrado. https://www.youtube.com/watch?v=WpL2Te44v9c

Filme 138: Leo McCarey - A Cruz dos Anos (1937).

Filme 138: Leo McCarey - A Cruz dos Anos (1937). 1h30. O filme tem oitenta anos e ainda deve ser top 3 de filmes mais bonitinhos da história do cinema. Por incrível que pareça há até certa dose de realismo no romantismo dele. Algumas partes meio chatas, mas é boa história e tem bons diálogos.

Filme 137: Leni Riefenstahl - Triunfo da Vontade (1935)

Filme 137: Leni Riefenstahl - Triunfo da Vontade (1935). 1h50. Filme de propaganda nazi. Desfiles, discursos e tudo que criou o monstro. Começa com o salvador pátria sendo saudado por centenas de pessoas "do povo" ao desembarcar num aeroporto. Nos seus discursos, invoca Deus, as forças armadas e culpa aqueles que querem usar o trabalho como fator de desunião em vez de harmonia (afinal, patrão e empregado devem ser amiguinhos). Gaba-se de ser bem entendido e recebido pela juventude...

Filme 136: Laurence Olivier - Hamlet (1948)

Filme 136: Laurence Olivier - Hamlet (1948). 2h30. Todas as frases clássicas do mundo saíram "daqui".

Filme 135: Larry Charles - Borat (2006)

Filme 135: Larry Charles - Borat (2006). 1h20. Não sei o que achar. 50% lamentável e inaceitável 50% genial, de certa forma.

Filme 134: King Vidor - A Turba (1928)

Filme 134: King Vidor - A Turba (1928). 1h30. Não sei se é mera rivalidade, por eu viver a de 10, mas a década de 20 é "overrated". O filme é bom apenas. Um dos primeiros a mostrar que a vida não é fácil - https://www.youtube.com/watch?v=zt9tc6uNRD4

sábado, 14 de outubro de 2017

Filme 133: Kevin Costner - Dança com Lobos (1990)

Filme 133: Kevin Costner - Dança com Lobos (1990). 3h. Não sei se tem romantismo na parada ou não, mas achei bem legal. Deram o jeito de a aproximação parecer natural. Porém, só sei que, na regra, o "contato" do homem branco foi por meio do "extermínio" mesmo. Pra variar.

Filme 132: Kenji Mizoguchi - Contos da Lua Vaga (1953)

Filme 132: Kenji Mizoguchi - Contos da Lua Vaga (1953). 1h35. Da série "um-dos-melhores-filmes-da-história-para-os-críticos-e-apenas-bozinho-pra-mim". Vá lá... 7,318. O maluco tirando onda com a armadura é sensacional.

Filme 131: Ken Loach - Terra e Liberdade (1995)

Filme 131: Ken Loach - Terra e Liberdade (1995). 1h45. Quem não souber um pouquinho da Guerra Civil Espanhola talvez tenha dificuldade pra acompanhar. Tem muita informação importante que passa rápido no filme. Porém, no geral, achei muito bom. Um dos eventos mais importantes da história, uma das tentativas mais impressionantes de construir uma sociedade completamente diferente, e pouco se fala disso. E o fascismo, a grande esperança da direita européia da época, tendo uma "ajudinha" do stalinismo.

Filme 130: Ken Loach - Pão e Rosas (2000)

Filme 130: Ken Loach - Pão e Rosas (2000). 1h45. Nota 80. Certamente vale por 300 Congressos de partidos de esquerda atuais. De quebra, a trama é bem interessante, com alguns daqueles velhos dilemas e dificuldades que quem quiser mudar o mundo, e não apenas reclamar, terá que enfrentar. (espero logo voltar à média de cinco filmes por ano)

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Filme 129: Karim Aïnouz - O Céu de Suely (2006).

Filme 129: Karim Aïnouz - O Céu de Suely (2006). 1h25. Filme sensacional. Ele nem precisa dizer o que se passa na cabeça da personagem para que diga tanto sobre o que se passa na "cabeça" da sociedade. A crítica está lá pra quem quiser ver. Sobre a trama, deve ser isso que Temer e seus fãs têm em mente, quando falam nos novos tempos de empreendedorismo e fim dos direitos. Belo projeto.

Filme 128: Karen Shakhnazarov - Cidade Zero (1990)

Filme 128: Karen Shakhnazarov - Cidade Zero (1990). 1h35. Os críticos disseram que é o retrato da URSS de Gorbachev. E faz até total sentido, agora. Porém, pra mim, pareceu quase um retrato do mundo em geral. E o brodinho protagonista sou eu lá, meio perdido às vezes rs. Se não fosse filme russo, eu iria pensar que é coisa de Monty Python. Vai ver foi uma inspiração. Nota 9, que eu ri muito.

Filme 127: Julie Gavras - A Culpa é do Fidel (2006)

Filme 127: Julie Gavras - A Culpa é do Fidel (2006). 1h35. Eita que botar filho no mundo é responsabilidade demais. Achei ótimo. Educação e ideologia são dois dos temas mais geradores de opiniões sem noção. O filme ajuda a entender muita coisa (pra quem quiser), inclusive sobre posicionamentos e escolhas, o lado mais complicado - às vezes ignorado - da vida.

Filme 126: Julian Schnabel - O Escafandro e a Borboleta (2007)

Filme 126: Julian Schnabel - O Escafandro e a Borboleta (2007). 1h45. Véi, que agonia. Isso com todo o dinheiro do mundo. A gente sabe que é horrível, mas os detalhes mostram que é pior ainda. Aliás, se comunicar já é algo difícil mesmo com o corpo "100%"...
E mais difícil ainda é saber o que se passa lá dentro de cada pessoa. Das besteiras irritantes até as coisas mais importantes.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Filme 125: Juan José Campanella - O Filho da Noiva (2001)

Filme 125: Juan José Campanella - O Filho da Noiva (2001). 2h. Já vi que Campanella é segunda melhor pessoa argentina existente. O mau desse filme é só a comparação com o outro, que é melhor. Pero, gostei muito também. Inclusive é mais engraçado (claro) e o veinho é o típico bobo apaixonado, em plenos 60 e tantos anos, algo que não duvido que exista, mas que deve ser difícil.

Filme 124: Juan José Campanella - O Segredo de Seus Olhos (2006)

Filme 124: Juan José Campanella - O Segredo de Seus Olhos (2006). 2h. Esse filme deve merecer nota quase 20 ou 30. Tem umas duas ou mais ótimas histórias. Até o personagem secundário, Sandoval lá, é sensacional. Tem os exageros dramáticos, mas estão perdoados.

Filme 123: Joseph L. Mankiewicz - A Malvada (1950)

Filme 123: Joseph L. Mankiewicz - A Malvada (1950). 2h10. Este filme está para o cinema como "A Usurpadora" está para as novelas. Nota quase 10.

Filme 122: José Eduardo Belmonte - Se Nada Mais Der Certo (2008)

Filme 122: José Eduardo Belmonte - Se Nada Mais Der Certo (2008). 2h. Assisti sonolento e fiquei acordado até o final. Mesmo com baixo orçamento (o filme. Eu também, na verdade). Recomendado. É esses neorrealismos ou sei lá o q.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Filme 121: Jorge Furtado - Saneamento Basico (2007)

Filme 121: Jorge Furtado - Saneamento Básico (2007). 1h50. Curioso que há dez anos eu estava fazendo a mesma coisa. Um filme/curta improvisado pra me salvar. Gostei do filme, engraçado e tem Camila Pitanga.

Filme 120: Joon-Ho Bong - Mother (2009)

Filme 120: Joon-Ho Bong - Mother (2009). 2h05. Oicho pela criatividade. Aqueles filmes que a gente fica se perguntando "que é que eu faria". A história é boa.

Filme 119: Jonathan Demme - O Silêncio dos Inocentes (1991)

Filme 119: Jonathan Demme - O Silêncio dos Inocentes (1991). 2h. Psicopata é sempre interessante. Esse então... Filmão da porra.

Filme 118: John Schlesinger - Perdidos na Noite (1969)

Filme 118: John Schlesinger - Perdidos na Noite (1969). 1h50. A música de Zé Ramalho, só que numa pegada mais tragicômica. Filme legal de ver. 7,777

Filme 117: John Sayles - Homens Armados (1997)

Filme 117: John Sayles - Homens Armados (1997). 2h05. Bom filme. Depois não entendem o relativo sucesso de muitas guerrilhas na América Latina em geral. Nota 8,130. 

Filme 116: John Huston - Relíquia Macabra, o Falcão Maltez (1941)

Filme 116: John Huston - Relíquia Macabra, o Falcão Maltez (1941). 1h40. Quem gosta dessas histórias investigativas vai até curtir bastante. Eu achei sem tempero (sal faz mal).

sábado, 7 de outubro de 2017

Filme 115: John Huston - O Tesouro de Sierra Madre (1948)

Filme 115: John Huston - O Tesouro de Sierra Madre (1948). 2h05. Véi, melhor história. Por essas e outras que Coringa queimando a montanha de dinheiro vai ser sempre o cume da história das artes. Nota nueve, pois o filme demora pra engrenar.

Filme 114: John G. Avildsen - Rocky, Um Lutador (1976)

Filme 114: John G. Avildsen - Rocky, Um Lutador (1976). 2h. Roliude é Coringa melhor vilão e Rocky melhor herói. Nunca tinha assistido a esse brodi.

Filme 113: Joaquim Pedro de Andrade - Macunaíma (1969)

Filme 113: Joaquim Pedro de Andrade - Macunaíma (1969). 1h40. Como diria o narrador do meu PES2006, fiquei mais perdido que cupim em metalúrgica. Só lendo o livro...

Filme 112: João Batista de Andrade - O Homem Que Virou Suco (1981)

Filme 112: João Batista de Andrade - O Homem Que Virou Suco (1981). 1h30. Quem não disser que esse é o melhor filme de todos os tempos é doido. Nota 11. E meio.

Filme 111: Jerome Robbins - Amor, Sublime Amor (1961)

Filme 111: Jerome Robbins - Amor, Sublime Amor (1961). 2h25. Vou pro meu tipo mais preguiçoso de micro"resenha": Mais prós do que contras e nota sete. Por algum motivo, o broder me lembrou Cristiano Ronaldo.

Filme 110: Jean-Jacques Annaud - O Nome da Rosa (1986)

Filme 110: Jean-Jacques Annaud - O Nome da Rosa (1986). 2h10. Assessoria de Jacques Le Goff e as porra. E, de quebra, tem a divagação mais certa sobre amor da história do cinema. Falando de amor (o doentio, neste caso), os amantes da repressão vão gostar de ver os julgamentos da Inquisição. Época áurea do falso moralismo. Nota 8,6127.

Filme 109: Jean-Jacques Annaud - A Guerra do Fogo (1981)

Filme 109: Jean-Jacques Annaud - A Guerra do Fogo (1981). 1h40. Como quase todo mundo (tou dentro) sabe quase nada sobre pré-história, o filme me prendeu a atenção o tempo todo. Rolou uma polêmica retada sobre o que era exagero ou não era. Pareceu ter várias "forçações". De toda forma, eu gostei. Ah, essa parte é spoiler: deram um jeito de meter romantismo na parada. Impressionante.

Filme 108: Jean Renoir - A Regra do Jogo (1939)

Filme 108: Jean Renoir - A Regra do Jogo (1939). 1h40. O mesmo que eu disse pra anterior. Essa talvez seja até melhor, mas tem tanto personagem que eu me perdi duzentas vezes. No fim do filme, já não entendia direito quem gostava de quem que gostava de quem que gostava de quem. Uma verdadeira suruba afetiva.

Filme 107: Jean Renoir - A Grande Ilusão (1937)

Filme 107: Jean Renoir - A Grande Ilusão (1937). 1h50. Vai para a lista das comédias que dá pra ver que são inteligentes e até críticas... e, de certa forma, até engraçadas... pero no mucho.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Filme 106: James L. Brooks - Melhor é Impossível (1997)

Filme 106: James L. Brooks - Melhor é Impossível (1997). 2h20. Deve ser a melhor comédia romântica despretensiosa que vi. Pelo menos é engraçada e tem personagens e atuações interessantes. Não gostei de tudo, claro, mas dá pra dar até um 8,134.

Filme 105: James Gray - Amantes (2008)

Filme 105: James Gray - Amantes (2008). 1h50. Filme de amor só de ser mais realista que a média já ganha muito ponto. Lavar um pouco o desserviço dos filmes românticos (não todos). Nota 9,001 logo.

Filme 104: Jacques Tati - As Férias do Sr. Hulot (1953)

Filme 104: Jacques Tati - As Férias do Sr. Hulot (1953). 1h25. Deve ser a inspiração de Mr. Bean, mas gostei bem mais da cópia. No máximo engraçadinho esse filme.

domingo, 1 de outubro de 2017

Filme 103: Jaco Van Dormael - O Oitavo Dia (1996)

Filme 103: Jaco Van Dormael - O Oitavo Dia (1996). 1h50. O problema é que me lembra, em alguns aspectos, outro filme que vi recentemente. Apesar disso, está valendo. [Aliás, qualquer filme que lembre que não vivemos (eu e a torcida do Flamengo, se a do Vitória ainda não tiver ultrapassado) num mundo normal, está valendo]

Filme 102: István Szabó - Mephisto (1981)

Filme 102: István Szabó - Mephisto (1981). 2h25. Ironias e teorias. O nazismo fica quase que em segundo plano na crítica que o filme faz. E se um filme consegue fazer isso é porque é muito bom. Daqueles que todo mundo deveria ver. Nota 9,047.

Filme 101: Isao Takahata - Túmulo dos Vagalumes (1988)

Filme 101: Isao Takahata - Túmulo dos Vagalumes (1988). 1h40. Eu falei de Vá e Veja, mas esse é tão tenso quanto, sobre guerra. Triste pra carai